Sou Alan Ribeiro... bem quem conhece sabe mais que eu mesmo quem eu sou de verdade.
Sou um cara romântico que gosta de curtir a vida.

como a galera anda parada lah no outro blog vou ver se me inspiro aki neste novo blog.

 

Às vezes sem escolha nascemos assim, berço de carnaval. Rosto pintando em cores numa lágrima que desliza a sós. Da face até os joelhos, provando que sua ingenuidade foi abolida. 
Sem escolhas o nomeiam de “Pierrot”. Fixam teus olhos numa máscara presa neste baile de hipocrisia, e assim sem querer te deparas com aquele velho espelho e vês teu rosto coberto de silêncio. 
“Onde foi parar todo aquele amor?”.
Tentas empregar resposta a pergunta, mas os ecos não são tão fortes para que te faças ouvir.
Eis um Pierrot e nada mais, encarnação de todo esse amor ingênuo. Reverenciado por ser semblante de um amor puro e enteralado. Sozinho, igual à lágrima que guarda a sois em teu rosto.
Sabes que toda essa pureza que guardavas com precaução fora perdida naquela ultima troca de pares. Sabes que o fim está próximo, e seu amor renegado causara a seqüela de toda uma existência. E de tua roupa cinza, agora haverá tons verdes, azuis e amarelos. E de teu rosto pálido, agora haverá um tom vivo conjurando sombras vermelhas.
E de Pierrot apaixonado a findar, Arlequim iras se transformar. Então de todo aquele amor, sobrarás apenas às apostas de galanteios baratos… Das conquistas antes tão sentimentais usaras teu verso para consagrar a glória, somente da ida até a cama.
Tomarás a sobra de todos os sonhos, de todos aqueles seios descobertos. Nos bailes depois de enjoar de todas as damas e messalinas, irá atrás cobiçar o véu de cada Colombina. E quando conseguir a façanha da face. Somente os cacos irão fazer você notar… Que como Arlequim achará teu coração! Quando outrora era Pierrot e este foste de ti roubado.
Mas tome cuidado Arlequim! Pois se te fizeres pensar… Desta máscara vai-te abdicar… Quando topares com lágrimas de colombinas a brilhar! Assim tão vil, lembrarás que naquele carnaval o final consagrou. Não só teu lindo choro, mas a velha alma que o chamou de palhaço nobre fracassado.
Pois neste ponto tu serás o único, pois em coragem arrancará o coração, para voltar co mesmo prelúdio taciturno… Oh! Assim outra vez Pierrot.
Sentiras solidão outra vez. E Terás novamente a mesma dor de toda aquela ilusão. Por saber amar demais…
Serás Pierrot novamente por não conseguir retirar os sonhos de Colombinas que irão segurar a tua mão. Será isso então, um maldito fadado pela a eternidade a perder sempre sua musa.
Tu meu Pierrot tristonho que renegas em ser Alerquim por não conseguir desmontar os sonhos dos corações como fizeram aos teus…
Não chores ainda! Ao invés disso… Dorme-te Pierrot abandonado! Dorme-te Que irás ter uma colombina que entendas teu choro consagrado. Que te faças esquecer toda essa dor. E que não te desfaça como peça inacabada, dorme-te meu Pierrot e sonhe com as mais belas esperanças.
Pois todo carnaval terá este mesmo final.


“Colombina:
 Olha-me assim, Pierrot…Os teus olhos, Pierrot, são lindos como um verso. Minh’alma é uma criança, e teus olhos um berço, à luz do teu olhar, tenho ânsias de dormir, para poder sonhar!Os teus olhos dardejam! São dois lábios de luz que as pupilas me beijam…São dois lagos azuis à luz clara do luar…São dois raios de sol prestes a agonizar…Olha-me assim Pierrot… Goza a felicidade de poluir com esse olhar a minha mocidade aberta para ti como uma grande flor, meu amor… Meu amor… Meu amor não pode ser seu, e sim do Arlequim… Não chores meu doce Pierrot!”

Às vezes sem escolha nascemos assim, berço de carnaval. Rosto pintando em cores numa lágrima que desliza a sós. Da face até os joelhos, provando que sua ingenuidade foi abolida. 

Sem escolhas o nomeiam de “Pierrot”. Fixam teus olhos numa máscara presa neste baile de hipocrisia, e assim sem querer te deparas com aquele velho espelho e vês teu rosto coberto de silêncio. 

“Onde foi parar todo aquele amor?”.

Tentas empregar resposta a pergunta, mas os ecos não são tão fortes para que te faças ouvir.

Eis um Pierrot e nada mais, encarnação de todo esse amor ingênuo. Reverenciado por ser semblante de um amor puro e enteralado. Sozinho, igual à lágrima que guarda a sois em teu rosto.

Sabes que toda essa pureza que guardavas com precaução fora perdida naquela ultima troca de pares. Sabes que o fim está próximo, e seu amor renegado causara a seqüela de toda uma existência. E de tua roupa cinza, agora haverá tons verdes, azuis e amarelos. E de teu rosto pálido, agora haverá um tom vivo conjurando sombras vermelhas.

E de Pierrot apaixonado a findar, Arlequim iras se transformar.

Então de todo aquele amor, sobrarás apenas às apostas de galanteios baratos… Das conquistas antes tão sentimentais usaras teu verso para consagrar a glória, somente da ida até a cama.

Tomarás a sobra de todos os sonhos, de todos aqueles seios descobertos. Nos bailes depois de enjoar de todas as damas e messalinas, irá atrás cobiçar o véu de cada Colombina. E quando conseguir a façanha da face. Somente os cacos irão fazer você notar… Que como Arlequim achará teu coração! Quando outrora era Pierrot e este foste de ti roubado.

Mas tome cuidado Arlequim! Pois se te fizeres pensar… Desta máscara vai-te abdicar… Quando topares com lágrimas de colombinas a brilhar! Assim tão vil, lembrarás que naquele carnaval o final consagrou. Não só teu lindo choro, mas a velha alma que o chamou de palhaço nobre fracassado.

Pois neste ponto tu serás o único, pois em coragem arrancará o coração, para voltar co mesmo prelúdio taciturno… Oh! Assim outra vez Pierrot.

Sentiras solidão outra vez. E Terás novamente a mesma dor de toda aquela ilusão. Por saber amar demais…

Serás Pierrot novamente por não conseguir retirar os sonhos de Colombinas que irão segurar a tua mão. Será isso então, um maldito fadado pela a eternidade a perder sempre sua musa.

Tu meu Pierrot tristonho que renegas em ser Alerquim por não conseguir desmontar os sonhos dos corações como fizeram aos teus…

Não chores ainda! Ao invés disso… Dorme-te Pierrot abandonado! Dorme-te Que irás ter uma colombina que entendas teu choro consagrado. Que te faças esquecer toda essa dor. E que não te desfaça como peça inacabada, dorme-te meu Pierrot e sonhe com as mais belas esperanças.

Pois todo carnaval terá este mesmo final.

“Colombina:


Olha-me assim, Pierrot…
Os teus olhos, Pierrot, são lindos como um verso. Minh’alma é uma criança, e teus olhos um berço, à luz do teu olhar, tenho ânsias de dormir, para poder sonhar!Os teus olhos dardejam! São dois lábios de luz que as pupilas me beijam…
São dois lagos azuis à luz clara do luar…

São dois raios de sol prestes a agonizar…

Olha-me assim Pierrot… Goza a felicidade de poluir com esse olhar a minha mocidade aberta para ti como uma grande flor, meu amor… Meu amor… Meu amor não pode ser seu, e sim do Arlequim… Não chores meu doce Pierrot!”